sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Carta pra uma Chef com uma missão
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Bolo de Fubá com sabor de felicidade
BOLO DA MARIINHA
| Equipamentos | Balança analítica, batedeira, forno. |
| Utensílios | Bowl, colher de polietileno, faca, forma, peneira. |
| Rendimento | 12 porções |
| Ingredientes | Quantidade |
| Fubá de milho | 480 g |
| Farinha de trigo | 240 g |
| Ovos | 3 unidades |
| Açúcar refinado | 600 g |
| Coco ralado | 100 g |
| Fermento em pó | 20 g |
| Manteiga sem sal | 150 g |
| Leite integral | 240 ml |
| Segredinho: a calda | |
| Leite integral | 160 ml |
| Açúcar refinado | 60 g |
| Coco ralado | Para polvilhar |
Procedimentos Operacionais:
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Nuvem de Tapioca
Essa receita eu dedico pra minha aluna Solange. Quando ela experimentou o “pudim” ficou muito emocionada e me disse: “Estou sentindo gostinho de felicidade, esse sabor de nuvem de tapioca só a minha avó sabia fazer!” O nome da receita era Pudim de Tapioca, depois que Solange comeu eu batizei de nuvem…
O que eu mais amo nessa profissão é poder proporcionar esses sentimentos nas pessoas. Adoro observar a expressão de contentamento delas ao degustar gostosuras como essa. É sempre muito lindo!
NUVEM DE TAPIOCA
| Equipamentos | Balança analítica, fogão, forno. |
| Utensílios | Bowl, colher de polietileno, panela, forma. |
| Rendimento | 8 porções |
| Ingredientes | Quantidade |
| Farinha de tapioca do norte | 200 g |
| Leite condensado | 400 g |
| Creme de leite | 200 g |
| Leite de coco | 200 ml |
| Ovos | 2 unidades |
| Açúcar refinado | P/ caramelizar a forma |
| Modo de Preparo: |
| 1. Em um bowl, coloque a tapioca de molho no leite de coco por 30 minutos para hidratar. |
| 2. Misture as gemas, o leite condensado, o creme de leite, adicione a tapioca já hidratada. |
| 3. Bata as claras em neve. Incorpore as claras batidas delicadamente à massa. |
| 4. Caramelize a forma. |
| 5. Despeje o pudim e leve para assar em banho-maria em forno a 200ºC por 40 minutos. Desenforme morno. |
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
Iogurtinho com sabor de infância da Chef Rachel
Trabalhar na área de gastronomia me possibilitou conhecer muitas pessoas e fazer novos amigos. A Chef Rachel é uma delas. Um dia ela entrou em contato comigo pra saber sobre os meus cursos. Depois de conversarmos me falou do seu site: www.quitutes.com
Dias depois acessei e gostei de cara! A maneira como ela apresenta o seu trabalho é suave, tudo muito delicado! Começamos a trocar emails, depois algumas receitas, fotos, dicas pra cá, dicas pra lá, e, quando demos conta já éramos amigas! Claro que temos em comum a paixão pelos sabores, mas tenho certeza que essa amizade vai longe... Essa Chef que também é jornalista tem mãos de fada! Consegue transformar doces em verdadeiras jóias! Ela prepara bem-casados, chutneys , cakes, brigadeiros… Hummm! São delícias de viver!
Ela mandou essa receita de iogurtinho com sabor de infância! Tenho certeza que vocês vão adorar!
IOGURTINHO DA RACHEL
| Equipamentos | Balança analítica, liquidificador. |
| Utensílios | Bowl, colher de polietileno, copinhos. |
| Rendimento | 15 unidades |
Insumos:
| Ingredientes | Quantidade |
| Creme de leite sem soro | 600 g (2 latas) |
| Leite condensado | 395 g (1 lata) |
| Iogurte natural | 200 g (1 pote) |
| Suco em pó sabor morango | 35 g (1 envelope) |
| Morango fresco | Para decorar |
Procedimentos Operacionais:
| 1. Num liquidificador, bata o creme de leite gelado e sem o soro, o leite condensado, o iogurte natural e o suco em pó. |
| 2. Transfira para uma tigela, tampe e leva para a geladeira por 30 minutos. Decore com morango fresco. |
| Obs.: Pode ser servido em copinhos ou taças individuais. |
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Comida de infância tinha sabor de farinha láctea…
BRIGADEIRO DE FARINHA LÁCTEA
| Equipamentos | Balança analítica, fogão, forno. |
| Utensílios | Bowl, colher de polietileno, panela, prato, tabuleiro. |
| Rendimento | 40 unidades. |
Insumos:
Ingredientes | Quantidade |
| Farinha láctea | 100 g |
| Leite condensado | 790 g |
| Manteiga sem sal | 60 g |
| Cobertura: | |
| Farinha láctea | 200 g |
Procedimentos Operacionais:
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Kibe frito da Garota
Equipamentos: Balança analítica, fogão.
Utensílios: Bowl, faca, fritadeira, escumadeira, peneira, panela.
Rendimento: 15 unidades
Ingredientes:
500 g carne moída – patinho
250 g det rigo para kibe
90 g de cebola picada
20 g de alho picado
½ molho de hortelã fresca
Sal e pimenta síria a gosto
Recheio:
300 g de carne moída – patinho
120 g de cebola picada
½ molho de hortelã fresca picada
Sal e pimenta síria a gosto
40 ml de suco de limão
5 g de alho picado
20 ml de azeite extra virgem
450 ml de óleo de soja p/ fritar
Procedimentos Operacionais:
1. Lave bem o trigo, escalde o trigo, deixe de molho por 2 horas
2. Passe o trigo numa peneira fina. Retire todo excesso de água.
3. Deixe o trigo bem seco. Coloque o trigo seco em um bowl grande.
4. Processe a cebola c/ a hortelã e o alho até que formar uma pasta.
5. Adicione a pasta da cebola ao trigo e misture bem. Tempere com sal e a pimenta síria. Misture e reserve.
6. Recheio: Tempere a carne com o alho e o suco de limão. Refogue a cebola no azeite, adicione a carne e refogue bem. Tempere com sal e pimenta síria. Adicione a hortelã picada e retire do fogo.
7. Modele o Kibe, faça um furo com o dedo indicador no centro da massa, recheie com a carne moída refogada e feche o kibe.
9. Frite de dois em dois, em óleo bem quente.
10. Coloque sobre uma travessa forrada com papel toalha para retirar o excesso de gordura.
Chef Cris Leite
Garota do Kibe
Barbara Gazal
Como era bom... Depois de me esbaldar nas areias da praia de Ipanema eu recuperava as energias na sombra da barraca de praia, era nele que eu pensava. Era ele que eu queria.
De tanto freqüentarmos o restaurante “Garota de Ipanema”, já tínhamos nosso lugar cativo. Era ali, colado em uma das colunas, perto do jukebox. Aproveitava pra escolher uma música enquanto ele não vinha. O Velho – era assim que eu chamava nosso amigo garçom, por causa de seus cabelos brancos – nem perguntava mais o que eu queria. Já tratava de trazer minha água sem gás e dizia que ele não demoraria a chegar. Mas minha paciência é curta desde aquela época e me irritava facilmente com a demora dele.
Minha mãe tentava me distrair, me dando caneta e deixando que eu rabiscasse qualquer coisa no papel. Foi esperando por ele que me tornei uma semi profissional no jogo da velha. Naquela época eu ainda não sabia escrever, mas já gostava de ter uma caneta em minhas mãos. Fazia parte do ritual da espera.
E, quando eu já estava cansada de esperar, quase desistindo desse encontro, eis que ele surge, imponente, fazendo toda angústia ter valido a pena. O Velho o levava até mim, acabando com a minha ansiedade. E era assim todo final de praia.
Ele me saciava. Incomparável, o “Kibe do Garota” é o mais gostoso que já comi na minha vida (até agora). Gostava de ir para lá por causa dele - na minha ingenuidade de criança, que não sabia o que o restaurante significava para a música brasileira e que não sabia quem era Vinícius de Moraes. Garota de Ipanema? Nada. O restaurante era sinônimo de Kibe, delícia árabe crocante e muito bem temperada. Kibe era sinônimo de praia, de final de semana, de brinde à vida, de felicidade. Ah, como era bom...
Barbara Gazal é estudante de jornalismo
Barbara Gazal é a garota do kibe
